Jovem escritor de Porto Seguro

11/01/2018   /   byPorto Na Balada  / Categories :  PORTO SEGURO
Jovem escritor de Porto Seguro

Jovem escritor de Porto Seguro é reconhecido pela Academia de Letras do Brasil.

O jovem escritor baiano, Aroldo Reis, de apenas 24 anos foi selecionado pela Academia de Letras do Brasil para receber o título de Imortal (Membro Vitalício), o que confere as honrarias de CONFRADE e COMENDADOR, em solenidade que irá ocorrer no dia 23 de Fevereiro de 2018 às 19h no Centro de Cultura de Porto Seguro. Tais títulos conferirão ao portador o dever de difundir a cultura, as artes e a literatura do Município de Porto Seguro, podendo, inclusive, representar a cidade nas parcerias internacionais e representações oficiais juntamente aos órgãos governamentais.

O mais novo comendador, é formado em Direito pela Unesulbahia, especialista em Direito Penal e Criminologia pela UNINTER, e exerce atualmente a função de Assessor de Audiências da Vara Cível de Porto Seguro. O seu livro “Práxis Forense da Personalidade Psicopática” foi lançado em cidades como Porto Seguro, Gravataí e Porto Alegre no ano de 2016 e rendeu ótimas críticas de especialistas na área forense, tais como juízes, docentes e doutores.

Tal obra faz um estudo em diversas áreas concomitantes à temática da Psicopatia, tais como Psiquiatria, Sociologia, Filosofia, Criminologia e outras. O intuito é esclarecer como a identificação e o encaminhamento penal se dá para um sujeito portador do Transtorno de Personalidade Antissocial.

A produção é dividida em duas partes. A primeira aborda um aspecto histórico e conceitual do termo “Psicopatia”, trazendo ainda os elementos criminais dos “Serial Killers”, cujo sadismo está presente em sua existência. Essa primeira etapa encerra-se com uma análise comportamental no contexto investigativo do criminoso, explicando as minúcias das técnicas utilizadas para o reconhecimento de tais indivíduos, como o “Profiling Criminal” e a “Escala Hare”. No segundo momento discute-se as nuances criminais, no qual se aborda a conceituação e os elementos do crime. O autor conclui o livro explicando a incidência de um programa desenvolvido no Brasil intitulado “PAIPJ”, e o seu sucesso perante o quadro clínico/jurídico mundial.

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